Na minha opinião, toda a gente já teve um amor platónico por
um professor, colega de trabalho ou por pessoas mais velhas que nós.
Passo a definir: Viver um amor platónico é viver em dois
mundos simultaneamente:
um onde estamos sozinhos e outro onde namoramos,
somos felizes e realizados com a pessoa perfeita que é objeto do
nosso amor.
O Amor
platónico é o mais verdadeiro e belo sentimento porque amamos sem pedir nada em
troca. Amamos mesmo sabendo que o outro nunca nos amará, simplesmente amamos.
Quem sente isto, sente-se nas mil maravilhas, como se mais
nada importa-se no mundo. Quando vês essa pessoa sentes o teu coração a bater
mais depressa, sentes borboletas na barriga, sentes que o mundo parou à tua
volta. Quando não vês essa pessoa o teu dia não começa porque sentes sempre
essa necessidade de o ver, de veres a cara dele feliz e só assim é que também
ficas muito feliz.
Isto é basicamente o que é um amor platónico. Mas isto pode
tornar-se obsessivo e isso já não é saudável. Estes amores normalmente vão e
vem e temos que aprender a lidar com eles e esquecer no tempo necessário. Claro
que há amores platónicos que passam a reais, mas quando vamos a ver quem é essa
pessoa percebemos que ela não é aquilo que idealizamos e ficamos dececionadas.
Termino com uma frase: "Não sei o sabor do amor. Mas é melhor nunca ter
amado do que viver um amor platónico, onde a única coisa que você recebe em
troca são ilusões de um falso amor."
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