quarta-feira, 2 de abril de 2014

Amores Platónicos

Na minha opinião, toda a gente já teve um amor platónico por um professor, colega de trabalho ou por pessoas mais velhas que nós.
Passo a definir:  Viver um amor platónico é viver em dois mundos simultaneamente: um onde estamos sozinhos e outro onde namoramos, somos felizes e realizados com a pessoa perfeita que é objeto do nosso amor.
O Amor platónico é o mais verdadeiro e belo sentimento porque amamos sem pedir nada em troca. Amamos mesmo sabendo que o outro nunca nos amará, simplesmente amamos.

Quem sente isto, sente-se nas mil maravilhas, como se mais nada importa-se no mundo. Quando vês essa pessoa sentes o teu coração a bater mais depressa, sentes borboletas na barriga, sentes que o mundo parou à tua volta. Quando não vês essa pessoa o teu dia não começa porque sentes sempre essa necessidade de o ver, de veres a cara dele feliz e só assim é que também ficas muito feliz.
Isto é basicamente o que é um amor platónico. Mas isto pode tornar-se obsessivo e isso já não é saudável. Estes amores normalmente vão e vem e temos que aprender a lidar com eles e esquecer no tempo necessário. Claro que há amores platónicos que passam a reais, mas quando vamos a ver quem é essa pessoa percebemos que ela não é aquilo que idealizamos e ficamos dececionadas.

Termino com uma frase: "Não sei o sabor do amor. Mas é melhor nunca ter amado do que viver um amor platónico, onde a única coisa que você recebe em troca são ilusões de um falso amor."

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