sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Nunca devemos pensar que o facto de errarmos é algo negativo, devemos sempre pensar que foi um ensinamento que a vida nos deu e uma experiência que recordaremos como uma aprendizagem para não voltar a cometer o mesmo erro.
Nunca nos devemos arrepender daquilo que está para trás porque o que está para trás é aquilo por onde começámos para começar a construir o que temos hoje e o que teremos num amanhã futuro e assim compreendemos que tudo está interligado.
Temos que cometer erros porque só assim percebemos como a vida funciona e como devemos "jogar"para não perder. Claro que perdemos, de vez em quando, mas tornamos-se mais forte com cada derrota e para a próxima sairemos vencedores e de cabeça erguida!

Be strong and believe!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Fiz um virar da página, só mais uma página que vira, deixando o meu passado cravado nas páginas do livro para sempre para não nunca me esquecer dele e não cometer os mesmos erros. Se teve momentos bons? Claro que teve. Se há coisas que não me orgulho? Claro que há. Apenas quero erguer a cabeça para alargar os meus horizontes. Se aprendi com os erros? Levo uma lição de vida dos erros que cometi e aprendi que não devemos cair no mesmo erro duas vezes seguidas.
Este virar de página, para mim, é como se começasse um novo dia, uma nova etapa de vida, com novos objetivos, novos sonhos, nova perspetiva de vida, novos dilemas, novas alegrias, novas tristezas mas sempre com a esperança que melhore tudo daqui para a frente porque tudo o que preciso é esperança e de encontrar fé para puder continuar a lutar e há quem diga que a esperança é a última a morrer e que a fé move um mundo inteiro. Mas como podemos saber se a fé move mesmo as pessoas se não temos fé em nada? Ando a minha vida toda numa busca incessante de alguma coisa, alguma fé, por quem possa lutar, por quem nunca desista. Admiro muito as pessoas que conseguem ter fé e quando estão mal ficam a agarradas a essa fé a fazer um pedido de ajuda às suas súplicas. Será que hei-de encontrar essa fé? Pergunta ao qual nunca tenho resposta mas nunca hei-de desistir de procurar.
Eu apenas tenho esperança que melhore e que possa encerrar capítulos da vida que ainda estão pendentes. Estou a ficar pior, outra vez, mas tenho esperança em mim e espero ter força suficiente para passar este momento. Tenho medo, receio, medo, receio, uma cadeia constante que só se resume a essas duas palavras. Medo e receio de voltar ao que era, medo de não conseguir superar, medo de voltar aos médicos, medo de voltar a tomar medicação, medo de voltar a falhar, medo de deixar tudo o que importa para trás. Estou a perder a auto-estima, estou a perder a confiança em mim, estou a deixar de acreditar em mim.

Deixo aqui uma mensagem de apoio: BE STRONG, BELIEVE!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Retrato de uma rapariga

Sabes aquela rapariga que era insegura? Aquela que tinha baixa auto-estima? Aquela que achava que toda a gente a achava feia? Aquela que se sentia rejeitada por tudo e por todos? Que deixava todos gozarem com ela? Que era boa para toda a gente sem ninguém retribuir? Aquela que nunca conseguiu expressar o que sentia dentro dela? Aquela que deixava as pessoas deitarem-na abaixo? Aquela que não tinha forças para lutar? Aquela que simplesmente desistia dos objectivos? Aquela que dependia de medicação?
Essa rapariga ergueu-se e modificou-se ao longo dos tempos e aprendeu com a vida que todos cometemos erros e mostrou às pessoas que a criticavam , que conseguiu seguir para a frente, apesar de todos os obstáculos que teve de enfrentar. Aprendeu a ser mais segura de si mesma, aprendeu a gostar mais de si pelo que ela e ser fiel à personalidade dela, Aprendeu a expressar os seus sentimentos e a não deixar que nada lhe fique por dizer porque afinal é preciso saber expressar-se para deitar "tudo cá para fora",
Não deixou que ninguém a deita-se mais abaixo e a cada queda ergueu-se sempre com dignidade e força para mostrar que quem não acreditava nela, arrependeu-se. Começou a não depender de medicação para aumentar a sua auto-estima porque o problema não estava nela mas sim na cabeça dela. Era tudo psicológico, o facto de ela se sentir rejeitada e querer mais medicamentos para fugir à dura realidade que ela estava a passar. Conseguiu demonstrar o seu caráter e compreendeu que afinal até marcava a vida das pessoas que lhe eram mais próximas, aprendeu que afinal não era assim tão rejeitada como pensava, afinal até era uma pessoa que marca pela positiva, que afinal era ela que se estava a pôr de parte as pessoas que lhe eram mais próximas porque tinha necessidade de isolamento.
Esta rapariga aprendeu com os erros e constrói, agora, um caminho para um futuro e espera ultrapassar os obstáculos, um por um, mas com muita paciencia, com muita calma sem necessidade de haver uma recaida e voltar ao passado que já está longuiquo!

Be strong, Believe!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Coisas complexas de explicar!

Pergunto-me, frequentemente, como é que uma pessoa pode amar alguém sem ter contacto fisico com essa pessoa. 
Nunca encontrei a resposta! Tento sempre encontrar respostas à minha GRANDE questão, porém vai de pessoa para pessoa o que pensam sobre isto.
Amar alguém, sem ter contacto fisico, é como uma tatuagem que nos crava no corpo e que por mais que a queiras apagar ficará sempre marcas em ti. Esse tipo de amor, penso eu, que seja o melhor porque da nossa parte é sincero. Podes-te dar muito bem como essa pessoa, começas a saber todos os segredos dessa pessoa, sabes que ela estará sempre aqui para te apoiar, defendes essa pessoa com unhas e dentes e começas a não tolerar que falem mal dessa pessoa porque afinal torna-se uma pessoa protegida por ti e uma pessoa em quem pões todos os ideais, todos os teus sonhos e começas a afundar-te, sem te apreceberes,  nessa pessoa. Tudo isto sem quereres nada em troca, apenas pedes que essa pessoa nunca deixe de falar para ti porque é tão importante para ti que se tu a perderes a tua vida desaba e já não tens aquele abrigo que tinhas. Apenas queres fazer parte da vida dessa pessoa porque ela já faz parte daquilo que respiras.
Essa pessoa dá-te toda a força para tu viveres uma vida com mais alegria e com capacidade para te realizares pessoalmente enquanto pessoa. Começas a pensar que essa pessoa é o teu idolo e que nunca queres deixa-lo/a porque é uma parte dessa pessoa está dentro de ti e sentes-te imcompleto sem essa pessoa.
Mais tarde, pensas que irás finalmente esquecer essa pessoa mas é uma longa jornada porque sabes que te marcou, positivamente, para o resto da tua vida. 
Nem eu sei explicar o que é isto porque é complicado responder a perguntas que são tão complexas, perguntas que só têm respostas concretas pela área da psicologia mas por enquanto não quero desvendar este mistério do ser humano, prefiro deixar em segredo porque este tipo de amor é o melhor que o ser humano tem.  
Foi complicado para mim definir isto mas penso que dei o meu melhor, e espero que leiam o meu texto :)
BE STRONG




sábado, 23 de agosto de 2014

Pensamentos...

Por mais que tente fugir do meu caminho traçado é completamente impossível porque tudo o que eu faço vai dar ao mesmo caminho antes traçado.
Por vezes, pergunto-me se será este o meu destino desde sempre ou terei mais tarde outro caminho. Portanto, o que eu quero dizer é isto: Andei num curso de Economia até ao meu 12ºano e na Faculdade entrei em Estudos Clássicos. O problema reside em que se seguisse o caminho das Economias ou das Engenharias será que me ia sair bem ou será que ia fracassar? Porquê seguir Economia se podia seguir Humanidades? Porquê seguir Clássicas e não outro qualquer?
Confesso que tive sempre “queda” para as línguas e as literaturas mas Engenharias na altura as Engenharias pareciam bem porque toda a gente dizia que tinha mais hipóteses de emprego. O curso de Economia pareceu-me também bem no 10ºano e a partir dai decidi que já não queria ir para essa área visto que odiava “de morte”. Portanto, na altura decidi apostar na Matemática para Engenharia Informática. Foi melhor a ementa que o soneto! Depois de ver o resultado dos exames fez-se ali uma luz que eu tentei negar completamente, que era o facto de eu ter melhor nota a português do que a Matemática!
Como foi teimosa­, em vez de candidatar nesse ano, foi fazer melhorias a Matemática mas tive que me inscrever numa turma de Humanidades a uma disciplina opcional (a turma para o qual tentei fazer transferência quando andava no 11ºano mas como não havia vaga não consegui entrar) para poder assistir às aulas de Matemática visto que já não me podia inscrever por ter a disciplina feita. E foi nesse ano, que abri mesmo os olhos para o que queria e também fiz muitas questões: Será que se nesse ano conseguisse a transferência estava com médias melhores? Seria mais feliz por estar a estudar aquilo para o qual tenho “queda”?
Muitas perguntas na minha cabeça ao qual só tive resposta no final do ano: Sim, eu quero seguir com o exame de português para a Faculdade! Como vi, a melhoria a Matemática não deu resultado, fiquei com a mesma nota de exame mas a disciplina já estava concluída no ano passado e pensei em não tentar, visto que não tinha muito jeito para a matemática!
Na 1ºfase, candidatei-me, um pouco sem pensar, para serviços sociais, acabando por não entrar. Eu fiquei aliviada visto que estava a trabalhar e não tinha tempo para pensar naquilo que queria.
Na 2ºfase, estive a ver os cursos da Faculdade de Letras e queria estudar algo diferente que tivesse alguma coisa a haver comigo. E descobri os Estudos Clássicos para o qual me candidatei como 1ºopção, acabando por entrar.

A finalidade que tiro daqui é que por mais que os caminhos sejam diferentes vamos dar sempre ao nosso caminho traçado. Neste curso, encontrei a felicidade plena e espero poder exercer neste curso!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Medo!

Toda a gente tem medos nesta vida. Medo de falhar, Medo de não ser perfeita, medo de perder alguém, medo de ficar sozinho o resto da sua vida, medo que ninguém goste de nós, medo de ser abandonada, medo de ser desprezada, medo de ser diferente.
O meu medo, é apenas, medo de ter alguma recaída, medo de perder a autoestima, medo de andar outra vez em médicos, medo de tomar medicação (outra vez) e, especialmente, medo de não ter ninguém a meu lado para me ajudar a superar esta minha fase. Penso imensas vezes nisso, penso que nunca mais vou ser normal desde que, aquele dia, em que fui ao médico e ele disse que eu tinha “Distúrbio de Ansiedade”. Senti-me, naquele momento, capaz de desaparecer, o meu mundo tinha acabado de ruir e só queria acordar daquele pesadelo. As pessoas começaram a olhar para mim de outra maneira, como se fosse uma doente, comecei a perder a minha vivacidade toda, devido à medicação que eu tomava. Esta medicação ponha-me a dormir quase o dia todo. Por um lado, para mim era bom porque era uma maneira de “escapar” à realidade mas por outro sentia-me morta por dentro como se fosse uma boneca que não sentia nada.
Nesse momento, senti que estava só a sobreviver não a viver propriamente o que vida me tinha para dar. Nestes 3 anos ganhei forças e deixei completamente a medicação, mas lá está, ninguém me garante que estou curada e que não tenha uma recaída. Sou uma pessoa ainda muito insegura de mim própria e já disse várias vezes que a vida não tem nada de bom para me dar, por isso, vivo um dia de cada vez e vou-me encontrando da melhor maneira possível. O principal nisto tudo é nunca desistir e deixar um pouco o passado de lado, apesar de ele nos andar sempre a perseguir!


Stay Strong!

domingo, 20 de julho de 2014

O que eu sinto!

Como já disse uma imagem vale por mil palavras!
Pessoas como eu que sofram de depressão, baixa auto-estima e esse tipo de problemas todos que tenham, o que eu respeito profundamente, sentimos isso tudo O que se passa é muito simples: Quando estou num meio novo que tenha de conhecer novas pessoas ou dar-me a conhecer a novas pessoas estou sempre com receio da rejeição porque podem não gostar da minha aparencia, ou porque não sou tão "popular" como elas ou, por via das hipóteses, não agradar à pessoa apenas. Por isso, é que eu não gosto muito de conhecer pessoas novas porque sinto-me bastante inferior a elas e prefiro manter-me no meu cantinho! Sofro mesmo de baixa auto-estima.
Se quero atenção? Claro, porque preciso de pessoas que me deêm atenção, que falem comigo, que apenas me ouçam e não me julgem e que não digam que é tudo da minha cabeça ( pode ser), mas quero um braço amigo que esteja lá comigo e que não me abandone!
Implorar Carinho? Bem, nunca me aconteceu a mim, porque tenho a minha familia que me dá carinho que é bastante importante para poder superar esta fase! Mas sei, que existe muita gente que lhes falta muito carinho e acho que deveriam ser mais apoiadas.
Sonhar com perfeição? Claro que sonho com a perfeição! Sonho em ser tão bonita como as outras raparigas, sonho em poder ter alguém que me julge pelo aquilo que sou e não pela aparência, sonho em ser um estereótipo de mulher ideal, sonho em ser magra. Mas ninguém é perfeito, temos que gostar de nós e tentar superar estes obstáculos por muito que custe!

Stay Strong and keep fighting!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Uma visão da Sociedade...

Uma Imagem vale por mil palavras!
Quantas raparigas já quiseram ser quase tudo da lista? Ou mesmo tudo o que está aqui?
Vejo raparigas, mais novas que eu, que são um "estereótipo" da sociedade, ou seja, muito (mas mesmo muito!) magras, têm tudo de mão beijada, são (ou pensam) que são bonitas, são amadas pelo rapaz mais giro da escola ou do circuito de amigos. Ou seja, isto é um exemplo, que a sociedade chama de "rapariga perfeita".
Depois há aquelas que NÃO SÃO o esterótipo da sociedade. Pensam que são gordas e estão sempre a tentar emagrecer, pensam que não bonitas, pensam que ninguém as ama e que nunca vão encontrar rapaz nenhum que as ache bonitas! (Apenas pensam isso porque fazem sempre comparações com outras raparigas).
Algumas até sofrem com a discriminação que há na sociedade por não terem esses requisitos. Algumas começam a ter a obsessão de emagrecer desenvolvem a doença da anorexia levando ao caso extremo (suicidio) por sofrerem descriminação por parte dessas raparigas (Nalguns casos, não estou a dizer que são todos.)
Deixo aqui a minha mensagem de apoio: Todas as raparigas são bonitas, cada uma à sua maneira. Uma rapariga pode ser bonita no exterior mas o interior é o que mais importa. Não se deixem levar por esterótipos, sejam como são e amem-se como são. Eu costumo dizer "Se eu não gostar de mim, quem gostará?". Não se deixem ir abaixo e ...

BE STONG!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Música na vida!

Posso dizer que a Música é a melhor coisa que pode existir no mundo inteiro. Quem nunca sentiu motivação por ouvir uma música? Quem nunca se sentiu impulsionado a fazer alguma coisa com uma música? Quem nunca chorou a ouvir uma música?
Uma música não se pode interpretar por ser bonita ou feia, mas sim pela sua intensidade e pela letra que pode mudar o facto como ouvimos essa música. Todos nós vivemos em função da música. Quando temos dias bons, ouvimos músicas alegres e motivadoras, temos musicas para dias mais tristes, temos musicas para ocasiões que marcam as nossas vidas, musicas para dar motivação… É toda uma variedade porque vivemos em função disto.
Já não conseguimos imaginar a vida sem ela, já não imaginamos ir a algum lado sem ouvir musica, já não passamos um dia sem a ouvir porque faz parte de nós e faz bem à nossa autoestima.
Admiro imenso as pessoas que cantam e depositam as emoções delas na música e cantam com uma garra.
Acredito imenso que as pessoas fiquem muito melhores quando ouvem músicas alegres e motivadoras. No final do dia, depois de um dia de trabalho, ouvir uma música relaxante é o melhor que se pode fazer para esquecer os problemas do dia-a-dia.
Comigo resultou, comecei a ganhar forças graças a certas músicas que transmitem motivação e esperança para as pessoas. Por isso, ouçam músicas e aproveitem cada uma delas!
Para cada momento, temos uma musica que nos fará recordar os momentos bons que cada pessoa passou!


Sejam felizes!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Um ano depois...


Um ano passado e penso que o balanço é mesmo positivo. Consegui realizar uma parte dos meus objetivos.

Depois de três anos a ir ao médico, tomar medicação, ter ataques de ansiedade, baixa autoestima, há um ano que estou livre disso tudo. Recaídas? Claro que as há, o ser humano não é de ferro. Quantas vezes quis tomar outra vez a medicação por estar a passar momentos maus? O importante foi mesmo dizer “NÃO” e continuar a lutar para me manter bem comigo própria. Acabou por resultar e agora sinto-me bem comigo mesma e este ano foi um ano de descobertas e o ano de “dar uma volta á minha vida” e avançar para a frente. Erros? Todos os cometemos, apenas temos que aprender com eles e não voltar a comete-los. Sei que nem tudo é fácil mas olhando para tras e ver o que lutei para chegar ate aqui e ver a muitas pessoas que estavam erradas sobre mim é uma VITÓRIA! 


Agradeço a quem me acompanhou durante este ano de mudanças!


Quando a mim, aprendi a tornar-me forte e a não desistir logo de início, aprendi a confiar mais em mim e acima de tudo aprendi que não é fácil para ninguém e que não estou sozinha!

Be Strong!

sábado, 14 de junho de 2014

Neste momento, sinto uma carga de ansiedade que é difícil controlar, e só quero que as pessoas não me deixem de apoiar. Sei que tenho que fazer as coisas como deve ser. Medo de Falhar? Claro que tenho medo de falhar porque, afinal, não sou muito que confiar em mim própria. Costumo ser bastante pessimista e desisto à última da hora de fazer as coisas e como, se não bastasse, arrependo-me sempre de não ter feito as coisas doutra maneira. Mas o ser humano comete erros e é como sempre digo: "Errare Humanum est” (Errar é Humano) e devemos aprender com eles e crescer e ficar com mais maturidade.
Eu luto muito pelos meus objetivos e tento não me ir abaixo, tento ser uma guerreira que tantas vezes cai mas levanta-se depressa e recupera. Tento esquecer no passado porque não quero que ele me atormente; sou uma pessoa completamente nova e apenas quero reconstituir a minha vida do início e tentar ficar focada em certos momentos da minha vida e não deixar-me ir abaixo. Não gosto que me julguem pela aparência mas sim que conheçam a minha história.
Um dia quero ser feliz, poder dizer que foi uma vencedora por ter passado bastante obstáculos e no entanto continuar de pé!

BE STRONG!

domingo, 8 de junho de 2014

Passos!

Quando quero dar um passo em frente na minha vida penso: Será que vou falhar? Será que vou acertar? Será melhor arriscar porque depois vou-me arrepender de não ter arriscado? Será melhor jogar pelo seguro?
Dei um passo à frente e vejo que me sinto segura, dei mais um passo mas recuo porque o medo não me deixa avançar, finalmente, arranjo força e dou o passo principal que deveria ter dado e sinto-me bastante bem comigo mesma e a partir daí a minha vida começa a construir-se. A vida é cheia de passos, bons ou maus, mas que devemos sempre dá-los para mais tarde não haver arrependimentos. Temos que arriscar porque é assim que a nossa vida muda para melhor, se não tentarmos, nunca vamos saber o que iria acontecer se avançássemos.
Não me arrependo de nada e se tivesse que fazer tudo, faria da mesma maneira
Um passo de cada vez e não é preciso pressa, o importante é mesmo termos uma iniciativa própria para vencer os nossos medos e receios e acima de tudo não podemos duvidar de nós mesmos e acreditar que conseguimos chegar onde quisermos.


Não deixem que o Medo vos controlem, em vez disso, controlem-no! 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Procura da Alma Gémea

Hoje estive a debater-me com uma questão que me surge muitas vezes: Porque é que o ser humano tem necessidade insaciável de encontrar a sua alma gémea?
De acordo com o “Banquete” de Platão no discurso de Aristófanes existiam três géneros de sexo, nos seres humanos: Feminino, Masculino e outro género, que hoje já não existe, que se chama Andrógino (tem características Masculinas e Femininas).
Ele diz que o Andrógino tinha a forma de um ser humano, era inteiro e globular com as costas e os flancos arredondados. Tem como características quatro braços, quatro pernas, duas faces no pescoço redondo, quatro orelhas, e dois órgãos genitais. Como estes tinham uma extrema força e resistência começaram a conspirar contra os deuses. Os deuses reagiram e tomaram providência para que isso não voltasse a acontecer. Ficou então decidido que era necessário dividi-los. É dessa divisão que provém, segundo Aristófanes, o sentimento de incompleto, o que leva os seres humanos a procurarem a parte que falta deles.
Eu acredito que isto explique o facto de algumas pessoas sentirem-se infelizes a vida toda com a pessoa com quem casam, para outras pessoas a felicidade é completa porque encontraram a sua metade e mais um tanto de pessoas procuram a vida inteira pela sua metade.
Eu sendo uma Classicista acho bastante interessante poder abordar estas obras que estão bastante na atualidade e que podem explicar muitos dos nossos comportamentos e da nossa vida.
Espero um dia poder encontrar a metade que me falte e ser muito feliz, senão vou andar a procura-la até encontrar a felicidade plena.

Sejam felizes!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Destino ou "Fatum"

Hoje, apenas, vou reflectir sobre um tema, chamado “Destino” Ou “Fatum”, em Latim
Todas as pessoas têm um destino e eu ainda quero descobrir qual é o meu objectivo aqui e será que vou alguma vez concretizá-lo? São dúvidas que não me saem na cabeça e quando tento procurar uma explicação mais dúvidas me surgem. Será que estamos destinados a fazer alguma coisa? E será que o caminho que nós seguimos já está destinado ou somos nós a fazer as nossas próprias escolhas e fazer o nosso destino?
Na Mitologia Grega, eram as moiras que decidiam o destino tanto dos seres humanos como dos deuses. Elas fabricavam, teciam e cortavam, aquilo que seria o fio da Vida de todas as pessoas. Utilizavam a Roda da Fortuna para tecer os fios. Giravam a roda e decidia-se em que parte ficava o fio da vida: se fosse na parte superior (o topo) era um ser humano privilegiado e se fosse na parte inferior (no fundo) a pessoa era menos privilegiada. Isso também pode explicar os períodos de boa e má sorte da pessoa.
Será que isto explica que temos um destino traçado como explica a Mitologia Grega? Vou deixar uma opinião muito pessoal sobre o destino.
A minha opinião é que, sim, acredito no destino, acredito que quando tem que acontecer, acontece, acredito que este é o caminho certo e que tenho um destino marcado, mas podemos mudá-lo perante as atitudes que tivermos aos obstáculos. Um dia disseram-me que não ia conseguir chegar onde cheguei e eu contrariei as probabilidades, e dei a volta por cima e cheguei mais longe do que estavam todos à espera. Tudo acontece por uma razão!
Só sei que simplesmente estou no caminho certo e espero um dia ter uma resposta em concreto sobre as minhas perguntas todas e quero pensar que estamos vivos para cumprir aquilo que nos foi destinado. Também acredito que a Mitologia Grega está certa em termos do Fio da Vida e da Boa e Má sorte do ser humano. Acho bastante interessante explicar isto com histórias da Antiguidade Clássica, porque todas elas têm um fundo de verdade.


Vivam a vida e sejam felizes!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Vida Universitária

Nem acredito que estou a acabar o meu ano de Caloira, ou seja, o melhor ano da minha vida académica.
Parece que ainda agora estava a receber um e-mail da DGES a dizer que tinha entrado na Faculdade de Letras em Estudos Clássicos. Fiquei bastante contente e fui logo procurar casa. Quando entrei na Faculdade para ter a minha primeira, senti-me logo em casa, foi muito bem integrada, sentia-me livre como nunca me senti. As praxes todas que tive, aproveitei-as ao máximo e posso dizer que foram todas muito integradoras e que serviram também para eu conhecer pessoas novas e fazer amizades para uma vida inteira.
Foi neste ano também que conheci pessoas que sabia que queria levar para vida, também tive desgostos com algumas, mas nada que não se ultrapasse.
O 1ºsemestre passou a correr e este 2º semestre nem o vi a passar. Quanto menos eu esperava estava já na altura da Queima das Fitas e no dia do meu Jantar de Curso onde ia poder trajar pela primeira vez.
Na altura em que a minha Madrinha e a Teresa me traçaram a capa, as lágrimas vieram-me aos olhos porque sabia bem o caminho que tinha percorrido para chegar até aqui. Ultrapassei muitos obstáculos mas mantive-me sempre de pé para poder tornar este sonho realidade. Foi uma noite bastante mágica e senti bastante ORGULHO em ter Coimbra em cima dos meus ombros. 
"Capa Negra Usei, Por Coimbra Me Apaixonei", agora sei bem o que isto significa e não quero sair mais daqui, quero aproveitar todos os momentos que a minha vida universitária me tem para dar e retirar momentos bons e positivos.

Be Strong

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Idade Adulta

O tempo passa a correr, os momentos bons não voltam, nada dura para sempre, tudo o que é bom acaba. Temos sempre esses pensamentos na nossa cabeça e cada vez fazem mais sentido.
Alguns dias atrás, estive a pensar nos meus tempos de infância, onde o tempo passava bastante devagar, brincava com as minhas bonecas, passava tardes inteiras a ver televisão, não tinha preocupações. Dizia sempre há minha mãe que queria ser adulta como ela, e ela dizia-me que teria muito tempo para crescer mas eu tinha ânsia disso.
Cheguei à idade adulta e agora só quero que o tempo volte para trás. A vida de adulta não é fácil para ninguém e é preciso gerir muito bem o nosso stress, precisamos de mais autonomia, mais independência porque sabemos que a nossa mãe não dura para sempre, precisamos de orientação. Foi um pouco complicado para mim, quando vim estudar, vir viver sem a minha família. A primeira semana foi chorar todos os dias ao telefone e dizia que queria voltar para casa, mas eu, como todos os seres humanos, habituei-me e fez-me bastante bem para crescer como pessoa, ganhar mais experiência sobre o que é a vida e como ela pode ser dura.
Portanto, temos que ver isto como um teste que a vida nos faz onde testa as nossas aptidões em termos de seres humanos.

Be Happy!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Problemas em torno de mim!

Mais um dia que passou desta vida que é imprevisível e consegue-nos dominar ao ponto de nos fazer questionar o porquê de estarmos aqui e quais são as razões que nos levam a lutar para atingir um objetivo.
Neste caso, estou a reflectir sobre os problemas que tenho : O porquê de não conseguir tomar uma decisão e de ser tão indecisa? Tento arranjar possibilidades de ser assim, possibilidades de foro psicológico, psiquiátrico, cientificas, talvez genéticas, até recuo aos meus tempos de infância para conseguir perceber mas não encontro resposta alguma. Ainda fico cada vez mais confusa mas tento sempre arranjar uma explicação, apesar de não ser a mais favorável.
Estar num grupo de amigos, ouvi-los a falar, e mesmo assim não conseguir estar descontraída. Queria tanto que os problemas não me afectassem mas parece que quanto mais penso neles mais eles me afectam e eu chego ao ponto de me sentir muito fraca e chego ao ponto de querer esquecer tudo e não me importar com nada. Gostava de poder chegar ao ponto de deixar as coisas fluírem e irem pelo caminho certo mas não consigo.
Tento fingir que estou bem mas chego a um ponto que já ando farta de fingir que estou bem porque não estou bem, realmente. Não consigo tomar decisões, os meus medos dominam-me e só quero fugir e parece que não encontro a saída. Sei que sou diferente das outras pessoas e nunca vou ser a chamada “normal”. Já não consigo surpreender ninguém, toda a gente sabe que fugo dos problemas e depois já não tenho volta a dar.
Se tenho problemas de integração? Tenho imensas, mas vou superando. Não me acho integrada na sociedade e as pessoas julgam-me logo pela aparência (algumas!!!) mas estou bem com isso. Tenho problemas em fazer amizades, problemas em me ligar a pessoas, não gosto da ideia de me ligar às pessoas. Gosto que elas me conheçam superficialmente e que não me conheçam profundamente porque assim elas iriam afastar-se.
Debato-me com isto, todos os dias, mas hei-de ficar bem.

BE STRONG!

terça-feira, 29 de abril de 2014

Apenas uma parte da minha vida

A minha história de vida não é assim muito simples mas que tem esperança no final e muita força de vontade!
Portanto, sempre foi uma rapariga muito reservada, que não tinha amigos nenhuns, não saía só para dizer que era social. Era um tipo de rapariga cujo padrão não se assentava na sociedade. Toda a gente ponha-me de parte porque não saia ou por não alinhava em certas coisas que as miúdas faziam, mas apesar disto tudo era muito feliz e estava sempre com um sorriso na cara porque sabia que um dia iria chegar longe.
Os anos passaram-se e no Secundário decidi seguir um curso de Economia. Cada dia que passei no Secundário foram como uma “morte” para mim. Só queria sair dali porque sentia que nunca me ia encaixar ali e estava bastante perdida porque estava numa nova escola, fazer novas amizades para mim não era muito fácil porque não era igual às outras raparigas. Já não bastava estes factores todos para se juntar também o facto de não gostar do curso e quer mudar. Com isto, juntou-se o meu distúrbio de ansiedade. Não foi fácil esta época, até posso chama-la como “época das trevas”, onde andava sempre medicada para puder controlar esta minha ansiedade, os meus sonhos foram por água abaixo, mas eu gostava da medicação porque não sentia essa minha dor que sentia todos os dias e eu não queria senti-la mesmo.
Consegui acabar o Secundário, mas fiquei um ano a fazer melhorias a uma disciplina, o que me arrependi imenso porque como já tinha concluído o secundário poderia ir para a faculdade para um curso que estava em ponderação, mas fiquei no mesmo sitio. Aquilo deu-me mesmo volta à cabeça e só queria sair dali o mais depressa possível.
Acabando tudo, concorri à faculdade e entrei no curso que eu gostava, estudos clássicos, na Faculdade de Letras. Eu nunca tinha sido tão bem recebido se não aqui. Sinto que isto é a minha casa e que nunca esquecerei o tempo que vou passar aqui. Construí amizades para uma vida inteira, estou bem comigo própria, acordo cada dia com mais motivação para continuar. Estou muito contente por ter seguido isto, pela faculdade, pela minha integração, pelo carinho que todos nutrem por mim. Agora posso dizer que sou Feliz e que a medicação não me faz falta para nada!
Hoje, foi ver uma peça do “Thiasos” chamada “Andrómaca” e foi a coisa mais espectacular
que vi na minha vida. Estar em palco e sentir uma liberdade tremenda e poder ser outra personagem e não ter vergonha de interpreta-la foi uma das coisas que me fascinou. Estar em palco é como se te despisses de tu, como um todo, e encarna-se outra personagem com outros problemas, senão os teus, teres outra personalidade, poderes exprimir-te sem julgamentos de ninguém, é como ser uma pássaro com asas para voar para a liberdade.
Estou a pensar seriamente em ingressar para o ano, neste grupo do meu Curso. Quero sentir toda a emoção que eles sentem no palco, quero-me libertar e quero acima de tudo sentir e viver tudo isto.
Portanto, a mensagem que eu tento passar aqui é que tudo é possível e se as coisas estão piores agora, podem melhorar um dia e há que acreditar nisso.

BE STRONG, BELIEVE!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

MOTIVATION!

Motivação é um estado que a pessoa sente quando quer fazer as coisas que parecem impossíveis, mas são possíveis para ela porque acredita.
Temos que seguir os nossos sonhos independentemente de tudo. Não é por as outras pessoas nos mandarem abaixo que vamos desanimar e acabar com todo o percurso que percorremos.
Essas pessoas só têm inveja e a nossa motivação é essencial para poder manter a chama acesa e mostrar a essas pessoas que podemos fazer tudo, até as coisas mais impossíveis. Essas pessoas querem que caímos mas continuamos sempre em pé.
Hoje sonhadores, amanhã vencedores. Nunca nos devemos deixar levar pelas pessoas que só querem o nosso insucesso, devemos sempre ter espírito de lutador e lutar com garra.
Para aqueles que têm um sonho está na hora de lutar por ele, está na hora do sucesso, na hora de vencer.
Somos mais fortes do que pensamos e quando não nos apercebemos a nossa força é bastante enorme para poder concretizar os nossos sonhos.
Portanto, está na hora de mostrar a quem nos meteu abaixo que estamos fortes e ainda não caímos.

MOTIVATION!

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Depressão!

Hoje vou falar sobre o tema da depressão e o porquê de as pessoas “caírem” nela.
Quando as pessoas “caem” em depressão, é como se nada fizesse sentido na vida, temos o pessimismo na nossa cabeça e quando queremos expulsá-lo não conseguimos porque faz parte de nós. Caímos em profunda tristeza como se nos tivéssemos a afundar num mar profundo sem saída e não conseguimos encontrar essa saída. Vivemos um dia de cada vez e só queremos à noite dormir para esquecer que existimos.
À noite quando estamos na cama não conseguimos dormir porque pensamos na inutilidade de pessoas que somos e pomos muitas questões, as quais, o porquê de estar aqui? Porque não acabamos com o sofrimento de uma vez por todas? Será que isto vai melhorar algum dia?
Depois chega aquela fase de que ninguém compreende o que sentimos por dentro e quando ninguém nos compreende passamos a sofrer por dentro, deitamos lágrimas sem ninguém reparar, mostramos um sorriso na cara quando queremos chorar, precisamos de desabafar mas como ninguém nos compreende fica tudo acumulado, e quando acumula, chega a uma altura em que tem que sair tudo para fora e ai é muito pior.
Mergulhamos num mundo só nosso, temos vontade de não ver ninguém, vontade de dormir o dia todo, vontade de fugir, vontade de querer que isto tudo acabe. Escondemos o nosso sofrimento até que chegamos a parte em que precisamos de ajuda e passamos a viver em função de antidepressivos para nos manter em pé, ou seja, vivos.
Compreendo que toda a gente passa por essa fase, por isso deixo uma mensagem de esperança, não desistam porque existe sempre uma esperança para tudo. A esperança é a última a morrer.

BE STRONG!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Nova etapa da minha vida

No passado, sentia-me perdida, não arranjava sentido para isto. Perguntava a mim mesma: “Porque viver, para depois ter deceções, para sofrer? Prefiro acabar logo com o sofrimento e passar à parte em que não quero sentir nada.
Hoje, posso dizer que finalmente tenho forças para lutar por aquilo que quero sem hesitar porque se a vida dá luta, eu quero vence-la.

Até que finalmente uma nova etapa da minha vida chegou, onde finalmente me senti integrada, motivada, bastante alegre e feliz, com todos os meus sonhos possíveis, para um dia podê-los realizar. Esta é uma etapa onde posso, finalmente, apagar todos os erros que cometi no passado e começar a viver de novo e finalmente puder mostrar quem eu sou realmente.
Esta etapa é chamada “PRESENTE”. Por enquanto, vai ser um rascunho, mas espero podê-la viver da melhor maneira possível, não incluindo tristezas nem desesperos, mas como é uma etapa em construção, nunca se sabe o que virá para enfrentar.
Uma coisa é certa, espero que o presente seja cheio de vitórias, de sonhos, de projetos de vida mas também da luta pelos meus objetivos, como as coisas foram vencidas. Sinto o passado cada vez mais longe e eu só vejo o presente mais perto de mim e não quero voltar para trás, tento não pensar muito nisto e ter a minha visão mais adiante.
Espero poder resistir heróicamente e lutar até que me faltem as forças pela minha felicidade e lutar também pelas pessoas que mais amo e que me estou sempre a apoiar. Não vai ser fácil, mas desistir é a parte mais fácil de um problema.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Amores Platónicos

Na minha opinião, toda a gente já teve um amor platónico por um professor, colega de trabalho ou por pessoas mais velhas que nós.
Passo a definir:  Viver um amor platónico é viver em dois mundos simultaneamente: um onde estamos sozinhos e outro onde namoramos, somos felizes e realizados com a pessoa perfeita que é objeto do nosso amor.
O Amor platónico é o mais verdadeiro e belo sentimento porque amamos sem pedir nada em troca. Amamos mesmo sabendo que o outro nunca nos amará, simplesmente amamos.

Quem sente isto, sente-se nas mil maravilhas, como se mais nada importa-se no mundo. Quando vês essa pessoa sentes o teu coração a bater mais depressa, sentes borboletas na barriga, sentes que o mundo parou à tua volta. Quando não vês essa pessoa o teu dia não começa porque sentes sempre essa necessidade de o ver, de veres a cara dele feliz e só assim é que também ficas muito feliz.
Isto é basicamente o que é um amor platónico. Mas isto pode tornar-se obsessivo e isso já não é saudável. Estes amores normalmente vão e vem e temos que aprender a lidar com eles e esquecer no tempo necessário. Claro que há amores platónicos que passam a reais, mas quando vamos a ver quem é essa pessoa percebemos que ela não é aquilo que idealizamos e ficamos dececionadas.

Termino com uma frase: "Não sei o sabor do amor. Mas é melhor nunca ter amado do que viver um amor platónico, onde a única coisa que você recebe em troca são ilusões de um falso amor."