Finalmente, já posso dizer que sou FINALISTA em Estudos Clássicos. Foi uma caminhada muito longa mas todos os momentos e as lutas valeram a pena para chegar onde cheguei.
Nesta altura do ano, fica sempre em mim uma nostalgia porque me faz lembrar de quando soube que era Caloira em Estudos Clássicos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e admito que nunca fiquei tão orgulhosa quando recebi esta notícia, à quatro anos atrás.
Admito que estes quatro anos, não foram faceis. Admito que pensei em desistir. Admito que pensei em mudar de curso mas parte de mim sabia que isto estava destinado e, por mais voltas que desse, não havia por onde fugir. Assim, fiz-me ao caminho, com muitos obstáculos à minha frente, alguns maiores do que eu mas quando se tem força de vontade, até ficamos supreendidos com o que podemos fazer. Fiz coisas que nem eu estava à espera de fazer, coisas quase impossiveis, mas soube mostrar que também sou capaz de fazer e não ando aqui a brincar.
Nestes quatro anos, tive a ajuda das minhas colegas de curso (ainda conto com elas!), tive sermões de professores a tentarem que eu desse um rumo à vida, tive pessoas que nunca esquecerei e que vão ficar sempre no meu coração.
Um obrigada especial à minha familia, que sem ela, nada disto era possivel.
Vamos lá para mais um ano! Resistirei heroicamente!
Be strong, believe!
Believe in Yourself
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Página 2
Passado o primeiro semestre da minha terceira matrícula, em Estudos Clássicos, na Faculdade posso dizer que não correu lá muito mal mas muitos dos objetivos ficaram muito longe de serem cumpridos.Neste primeiro semestre tive várias fases: a fase da esperança de poder fazer alguma coisa, a certeza de fazer alguma coisa e a fase de não conseguir fazer as coisas como deve ser. Cheguei ao meio do semestre e já não tinha esperança nenhuma de conseguir fazer as cadeiras que mais me atormentam, ou seja, Grego e Latim. O Latim III que já estava a repetir pela minha segunda vez foi o que mais me atormentou devido às mudanças que houve de docente. Começei com um docente que assim dizendo, não estava psicologicamente bem para dar aulas, e depois de ele ter posto baixa, veio a melhor professora de sempre! Lembro-me que no meu primeiro ano, foi ela que me fez apaixonar pelo Latim. Foi ela que nunca me deixou desistir! Por motivos de força maior, ela teve que abandonar a faculdade o que me deixou abalada, visto que tinha posto toda a minha esperança nela e em mim de acabar a cadeira, o que falhei redondamente!
O Grego III foi uma tremenda novidade para mim, visto que nunca tinha-me inscrito num nivel tão avançado de Grego porque ainda me faltavam os niveis inferiores. Nesta cadeira tive um misto de emoções, ou seja, havia dias em que eu queria mesmo superar as expetativas e dizia para mim mesma que "iria fazer a cadeira" e havia dias em que me lamentava e dizia que isto é muito para mim mas nunca desisti de frequentar a cadeira. Não consegui fazer nada do que queria.
Depois de ter passado os exames, começou logo o segundo semestre e eu só queria enterrar-me porque estava psicologicamente cansada porque tive tantos exames e lutei ao máximo para fazer o máximo de cadeiras (3/6).
Começei o semestre da melhor maneira, ou seja, estou a esforçar-me imenso para fazer o Grego mas este semestre, tenho que adiar o Latim visto que está sobreposto com outra cadeira que tenho. Portanto, os meus objetivos vão ser todos adiados para o próximo ano em que (espero eu) acabe a licenciatura (ao fim de 4 anos).
As coisas nem sempre são o que queremos nem o que pensamos mas não podemos desanimar porque assim não vamos a lado nenhum.
Para minha surpresa, a minha primeira aula de Prosa Latina foi supreendente. Pensava que era um docente e acabou por ser outro. Esse docente tinha-me dado cadeiras de primeiro ano, tais como, Mitologia e História da Antiguidade Clássica. Fiquei encantada porque quando entrei na sala parecia caloira, outra vez, sentindo-me bastante vulnerável ao pé daquela figura de fato e de gravata e que mete muita autoridade e com a sua beleza sufocante e intimidante. Confesso que sempre me senti intimidada com a presença deste docente. É só um dos maiores professores que já tive na minha vida (sem excluir o meu excelente tutor que é só o MAIOR DE TODOS!) e é graças a ele que nunca baixei os braços. Agradeço-lhe a ele todos os bons conselhos e toda a paciência que teve comigo, no meu ano de caloira e por me ter ouvido sempre que possivel! Este professor foi um dos que mais me influenciou a envendrar para a área da Grécia Antiga e tudo o que sei hoje foi graças à sua maneira de dar as aulas, às piadas que lançava nas aulas (Resistem Heróicamente?) mas com todo o respeito possivel entre aluno e professor.
Nem tudo é mau este semestre! Agora o que falta mesmo é fazer as cadeiras de línguas e conseguir tudo o que quero para acabar esta licenciatura porque já falta pouquinho!
Never Give Up!
O Grego III foi uma tremenda novidade para mim, visto que nunca tinha-me inscrito num nivel tão avançado de Grego porque ainda me faltavam os niveis inferiores. Nesta cadeira tive um misto de emoções, ou seja, havia dias em que eu queria mesmo superar as expetativas e dizia para mim mesma que "iria fazer a cadeira" e havia dias em que me lamentava e dizia que isto é muito para mim mas nunca desisti de frequentar a cadeira. Não consegui fazer nada do que queria.
Depois de ter passado os exames, começou logo o segundo semestre e eu só queria enterrar-me porque estava psicologicamente cansada porque tive tantos exames e lutei ao máximo para fazer o máximo de cadeiras (3/6).
Começei o semestre da melhor maneira, ou seja, estou a esforçar-me imenso para fazer o Grego mas este semestre, tenho que adiar o Latim visto que está sobreposto com outra cadeira que tenho. Portanto, os meus objetivos vão ser todos adiados para o próximo ano em que (espero eu) acabe a licenciatura (ao fim de 4 anos).
As coisas nem sempre são o que queremos nem o que pensamos mas não podemos desanimar porque assim não vamos a lado nenhum.
Para minha surpresa, a minha primeira aula de Prosa Latina foi supreendente. Pensava que era um docente e acabou por ser outro. Esse docente tinha-me dado cadeiras de primeiro ano, tais como, Mitologia e História da Antiguidade Clássica. Fiquei encantada porque quando entrei na sala parecia caloira, outra vez, sentindo-me bastante vulnerável ao pé daquela figura de fato e de gravata e que mete muita autoridade e com a sua beleza sufocante e intimidante. Confesso que sempre me senti intimidada com a presença deste docente. É só um dos maiores professores que já tive na minha vida (sem excluir o meu excelente tutor que é só o MAIOR DE TODOS!) e é graças a ele que nunca baixei os braços. Agradeço-lhe a ele todos os bons conselhos e toda a paciência que teve comigo, no meu ano de caloira e por me ter ouvido sempre que possivel! Este professor foi um dos que mais me influenciou a envendrar para a área da Grécia Antiga e tudo o que sei hoje foi graças à sua maneira de dar as aulas, às piadas que lançava nas aulas (Resistem Heróicamente?) mas com todo o respeito possivel entre aluno e professor.
Nem tudo é mau este semestre! Agora o que falta mesmo é fazer as cadeiras de línguas e conseguir tudo o que quero para acabar esta licenciatura porque já falta pouquinho!
Never Give Up!
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Página 1
E é nesta página em branco que compartilho (quase) todos os meus segredos, as minhas desilusões, os meus receios, os meus medos, as minhas vitórias mas acima de tudo compartilho uma lição de vida para que as pessoas não desistam daquilo que lhes traz felicidade.Sou uma rapariga igual ou pelo menos tenta ser igual às outras raparigas, sou muito triste e vejo tristeza em todo o lado por isso não gosto de me dar a conhecer e me apegar às pessoas porque tenho medo da separação mas é uma caraterística que ainda estou a tentar lidar com isso porque apesar de tudo não posso pensar que toda a gente se vai afastar de mim e me vai deixar sozinha, sou uma pessoa muito insegura e que se rebaixa perante as outras pessoas e que diz para si mesma "Não consigo" mas graças ao apoio familiar e de amigos tenho superado as expetativas e até me saí melhor do que aquilo que pensava. As pessoas dizem que tenho que acreditar mais em mim e ter fé porque faço coisas extraordinárias quando acredito plenamente nas minhas capacidades.
Lidei com uma (quase) depressão na minha adolescência, sinto que foi um dos momentos em que apaguei-me completamente da vida e só via os dias passar mas sentia sempre um vazio dentro de mim que só os comprimidos (mesmo por pouco tempo) conseguiam preenchê-lo mas com muita força de vontade consegui (penso eu) ultrapassar essa fase mais negra do meu percurso por esta efémera vida e espero não voltar ao passado mas viver no presente.
A vida é muito instável, tem altos e baixos, em que pode nunca se sabe o que pode acontecer nem sequer tentar adivinhar. Quando pensamos que estamos bem há sempre alguma coisa para nos destruir ou nos chatear mas quantas mais vezes caio mais me levanto.
Tive uma recaida no Verão deste ano e decidi pedir ajuda (outra vez) porque desta vez senti se não tivesse ajuda poderia magoar alguém e a situação poderia acabar mal, tanto para mim como para as pessoas que estavam à minha volta. Começei, outra vez, com a medicação que estava a tomar e sinto-me melhor do que estava dantes (ao menos fico apagada um pouco da vida). Voltei ao passado mas agora já não tenho esperança que isto passe. Percebi que nem os médicos preenchem o vazio que eu sinto, não conseguem satisfazer as minhas necessidades. Já estive em tantos psicológos que começei a perceber que as pessoas não se tratam com a fala, nem é com a fala que os problemas das pessoas desaparecem, por isso, os psiquiatras são melhores do que os psicológos, devido ao facto, de poderem dar comprimidos às pessoas para se sentirem bem psicologicamente e pelo menos sentirem conforto nem que seja pelo tempo de duração do comprimido.
Estou farta de fazer a mesma coisa, quero experimentar coisas novas, quero conhecer sitios novos, quero conhecer pessoas novas mas tenho que estar aqui presa à faculdade para puder tirar um curso que nem vou acabar em três anos (ainda por cima). Juro que para o ano não volto mais aqui e vou dar rumo a isto. Cheguei ao meu limite e não sei quanto tempo é que vou aguentar isto.
Be strong, Believe
Lidei com uma (quase) depressão na minha adolescência, sinto que foi um dos momentos em que apaguei-me completamente da vida e só via os dias passar mas sentia sempre um vazio dentro de mim que só os comprimidos (mesmo por pouco tempo) conseguiam preenchê-lo mas com muita força de vontade consegui (penso eu) ultrapassar essa fase mais negra do meu percurso por esta efémera vida e espero não voltar ao passado mas viver no presente.
A vida é muito instável, tem altos e baixos, em que pode nunca se sabe o que pode acontecer nem sequer tentar adivinhar. Quando pensamos que estamos bem há sempre alguma coisa para nos destruir ou nos chatear mas quantas mais vezes caio mais me levanto.
Tive uma recaida no Verão deste ano e decidi pedir ajuda (outra vez) porque desta vez senti se não tivesse ajuda poderia magoar alguém e a situação poderia acabar mal, tanto para mim como para as pessoas que estavam à minha volta. Começei, outra vez, com a medicação que estava a tomar e sinto-me melhor do que estava dantes (ao menos fico apagada um pouco da vida). Voltei ao passado mas agora já não tenho esperança que isto passe. Percebi que nem os médicos preenchem o vazio que eu sinto, não conseguem satisfazer as minhas necessidades. Já estive em tantos psicológos que começei a perceber que as pessoas não se tratam com a fala, nem é com a fala que os problemas das pessoas desaparecem, por isso, os psiquiatras são melhores do que os psicológos, devido ao facto, de poderem dar comprimidos às pessoas para se sentirem bem psicologicamente e pelo menos sentirem conforto nem que seja pelo tempo de duração do comprimido.
Estou farta de fazer a mesma coisa, quero experimentar coisas novas, quero conhecer sitios novos, quero conhecer pessoas novas mas tenho que estar aqui presa à faculdade para puder tirar um curso que nem vou acabar em três anos (ainda por cima). Juro que para o ano não volto mais aqui e vou dar rumo a isto. Cheguei ao meu limite e não sei quanto tempo é que vou aguentar isto.
Be strong, Believe
sábado, 29 de agosto de 2015
Balanço Geral
Mais um ano letivo (quase) a começar e este vai ser muito diferente do que o ano que passou. Este Verão tentei definir prioridades, tentei fazer as coisas à minha maneira, desliguei-me um pouco das pessoas, tentei viver a minha vida e não dar satisfações a ninguém. Estas pequenas coisas foram só um começo mas já deram para eu me sentir em paz e não ter tanta pressão dentro de mim, senti-me "livre", sentimento que já não existia na minha vida e estava muito longe de voltar a existir, apesar de o ser humano não se sentir livre no seu total mas basta um pouco de liberdade para se sentir melhor. Também tentei gostar um pouco mais de mim, apesar de ainda ter um longo caminho a percorrer, mas se não aprender a gostar de mim também não gosto dos outros e não vejo necessidade de gostar de ninguém (por enquanto).
Vou voltar para o meu cantinho em Coimbra em Setembro e sinto energias positivas a pairarem como também sinto das negativas, os receios, os medos, as indecisões e claro as saudades que vou ter de casa mas tudo vai valer a pena e o melhor de tudo é que melibertei da pessoa que decidiu defender amizades de dois anos do que defender uma de dezanove anos. Aviso a essa pessoa que estou mais forte do que nunca e que não me importo com o que pensa. O mundo dá muitas voltas e espero que não te atinja!
Mas não vamos escrever sobre coisas tristes porque passado é passado e o presente está á minha espera para contruir um futuro próspero. Este ano deveria acabar a Licenciatura em Estudos Clássicos mas como gosto muito daquilo, pensei em ficar mais tempo. Esta razão poderia ser das válidas mas não é a mais acertada. A verdade é que estou a deixar um ano para o Grego e Latim (quando acabar vai haver festa, muita festa) e depois mergulhar-me no mestrado (ou fazer uma pausa porque devo apanhar muitos nervos que já não posso ver ninguém) e depois vai pairar a dúvida em que Mestrado me hei-de meter e lá vem outra dor de cabeça (ou não) mas por enquanto tenho a minha cabeça ocupada com o meu (super) plano para acabar o Grego e o Latim!
Outros planos que tenho em mente são pensar mais em mim e (um pouco) menos nos outros porque preciso de fazer a minha construção em termos de personalidade e o caráter que vai definir a pessoa que quero ser quanto for um bocadinho mais velha, vou investir em conhecer pessoas novas (primeiro de tudo aprender a gostar de mim e o resto vem por acréscimo) quando estiver preparada e finalmente dedicar um tempo só para mim e não apenas para o estudo (só para o estudo NÃO, porque depois fico com a cabeça em água).
Só quero que as coisas corram o melhor possível e que seja um ano letivo calmo (o que nunca irá ser) e que os obstáculos que se meterem no caminho, por favor, vão embora que eu sou mais forte do que eles.
Be strong, Believe!
Vou voltar para o meu cantinho em Coimbra em Setembro e sinto energias positivas a pairarem como também sinto das negativas, os receios, os medos, as indecisões e claro as saudades que vou ter de casa mas tudo vai valer a pena e o melhor de tudo é que me
Mas não vamos escrever sobre coisas tristes porque passado é passado e o presente está á minha espera para contruir um futuro próspero. Este ano deveria acabar a Licenciatura em Estudos Clássicos mas como gosto muito daquilo, pensei em ficar mais tempo. Esta razão poderia ser das válidas mas não é a mais acertada. A verdade é que estou a deixar um ano para o Grego e Latim (quando acabar vai haver festa, muita festa) e depois mergulhar-me no mestrado (ou fazer uma pausa porque devo apanhar muitos nervos que já não posso ver ninguém) e depois vai pairar a dúvida em que Mestrado me hei-de meter e lá vem outra dor de cabeça (ou não) mas por enquanto tenho a minha cabeça ocupada com o meu (super) plano para acabar o Grego e o Latim!
Outros planos que tenho em mente são pensar mais em mim e (um pouco) menos nos outros porque preciso de fazer a minha construção em termos de personalidade e o caráter que vai definir a pessoa que quero ser quanto for um bocadinho mais velha, vou investir em conhecer pessoas novas (primeiro de tudo aprender a gostar de mim e o resto vem por acréscimo) quando estiver preparada e finalmente dedicar um tempo só para mim e não apenas para o estudo (só para o estudo NÃO, porque depois fico com a cabeça em água).
Só quero que as coisas corram o melhor possível e que seja um ano letivo calmo (o que nunca irá ser) e que os obstáculos que se meterem no caminho, por favor, vão embora que eu sou mais forte do que eles.
Be strong, Believe!
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Reflexões
Hoje começei a pensar nos motivos que me levaram ao caminho da escrita e a fundar este blog e cheguei à conclusão que foram tantas razões, tantos motivos, tantas perdas, tantos dramas e tantas alegrias que me levaram a partilhar o que sentia dentro de mim.
Aqui estou eu, passado um ano cheio de dramas, de emoções, de lágrimas, de desistências, de lutas e claro também com um pouco de alegrias.
Não sou a mesma rapariga que era, mudei a minha maneira de ver as coisas e foi tornando-me cada vez mais forte com os obstáculos que a vida nos põe à nossa frente, tornei-me uma pessoa mais paciente. aprendi a ouvir as outras pessoas porque elas só querem o meu bem mas as marcas ainda estão aqui, não visiveis mas sim psicológicas.
Continuo muitas vezes a olhar para o passado e não estou a consegui progredir para o presente porque os fantasmas do passado não me deixam seguir em frente, continuo a querer desistir, outra vez, de tudo, continuo a ser a rapariga insegura e sem ainda decidir o rumo que hei-de levar. Não estou muito contente com os meus progressos mas ao menos vou-me levantando sempre que algo me derrota ou alguém me atira abaixo.
Passou um ano e continuo no mesmo curso, a ver as mesmas pessoas mas desta vez juntei-me às pessoas certas e a essas pessoas agradeço todos os conselhos e a paciência!
Mas hoje, vi a pessoa que me fez realmente começar a escrever. Não que não passe por ele na rua mas estar com ele perto de mim fez-me recuar um ano atrás. Foi coincidência estarmos os dois na mesma sala da conferência. Ao ver-te lembrei-me que tudo era mais fácil quando estavas lá para mim para falares comigo e dares-me todo o teu apoio possível. Estou bastante orgulhosa da pessoa que és e foste tu que me deste inspiração para continuar a lutar porque um dia espero ser como tu e que possamos um dia dar uma conferência juntos (sim, ele fez a introdução da conferência e eu estive lá). Foi graças a ti que começei a escrever e a deitar as minhas emoções para fora. Um dia peguei num caderno e lá estava eu a escrever o meu primeiro texto que iria publicar neste mesmo blog. Um ano depois encontrei-te, o sentimento estava lá mas já não era o mesmo porque quando as pessoas afastam-se o sentimento também se vai afastando mas nunca me esqueci daquilo que disseste: "Quando pensares em desistir vai dormir que pode ser que isso passe". Um muito obrigada a ti!
Be strong, believe
Aqui estou eu, passado um ano cheio de dramas, de emoções, de lágrimas, de desistências, de lutas e claro também com um pouco de alegrias.
Não sou a mesma rapariga que era, mudei a minha maneira de ver as coisas e foi tornando-me cada vez mais forte com os obstáculos que a vida nos põe à nossa frente, tornei-me uma pessoa mais paciente. aprendi a ouvir as outras pessoas porque elas só querem o meu bem mas as marcas ainda estão aqui, não visiveis mas sim psicológicas.
Continuo muitas vezes a olhar para o passado e não estou a consegui progredir para o presente porque os fantasmas do passado não me deixam seguir em frente, continuo a querer desistir, outra vez, de tudo, continuo a ser a rapariga insegura e sem ainda decidir o rumo que hei-de levar. Não estou muito contente com os meus progressos mas ao menos vou-me levantando sempre que algo me derrota ou alguém me atira abaixo.
Passou um ano e continuo no mesmo curso, a ver as mesmas pessoas mas desta vez juntei-me às pessoas certas e a essas pessoas agradeço todos os conselhos e a paciência!
Mas hoje, vi a pessoa que me fez realmente começar a escrever. Não que não passe por ele na rua mas estar com ele perto de mim fez-me recuar um ano atrás. Foi coincidência estarmos os dois na mesma sala da conferência. Ao ver-te lembrei-me que tudo era mais fácil quando estavas lá para mim para falares comigo e dares-me todo o teu apoio possível. Estou bastante orgulhosa da pessoa que és e foste tu que me deste inspiração para continuar a lutar porque um dia espero ser como tu e que possamos um dia dar uma conferência juntos (sim, ele fez a introdução da conferência e eu estive lá). Foi graças a ti que começei a escrever e a deitar as minhas emoções para fora. Um dia peguei num caderno e lá estava eu a escrever o meu primeiro texto que iria publicar neste mesmo blog. Um ano depois encontrei-te, o sentimento estava lá mas já não era o mesmo porque quando as pessoas afastam-se o sentimento também se vai afastando mas nunca me esqueci daquilo que disseste: "Quando pensares em desistir vai dormir que pode ser que isso passe". Um muito obrigada a ti!
Be strong, believe
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Pensamentos da noite
Já não escrevia há muito tempo aqui mas senti necessidade disso, hoje.Não estou a conseguir pensar direito, quero desistir de tudo isto. Já ando assim há muito tempo mas ando a esconder das pessoas que mais gosto porque não quero que elas se preocupem comigo.
Sei que isto é uma fase que mais cedo ou mais tarde vai passar mas neste momento não consigo lidar com isto e apenas quero um tempo para refletir o que é o melhor para mim.
Sinto-me tão só neste momento, sinto-me sem forças para lutar pelo aquilo que quero, sinto que estou no meu limite e o melhor é deixar isto tudo porque o meu psicológico não se encontra a cem por cento.
Não quero seguir o meu caminho na faculdade devido ao facto de neste momento não ter a paciência nem a força para enfrentar os problemas, para enfrentar as responsabilidades que isto possa ter, para andar sempre a bater na mesma tecla, quero desistir de tudo o que fiz até agora devido ao facto de estar fraca e sensivel.
Já pensei várias vezes em anular a matricula, já pensei em ir embora e só voltar para o ano, tirar um tempo para mim, para pensar, é apenas aquilo que necessito. Não quero pressões, não quero incentivos, quero apenas pensar no que será melhor para mim e no que será mesmo o meu futuro. Se mereço algo de bom? Só o tempo o dirá. Neste momento os fantasmas do meu passado não me abandonam e não me sinto capaz de tomar nenhuma decisão porque neste momento sei que não tomarei nenhuma decisão capaz de resolver alguma coisa, sei que tomarei decisões sem pés nem cabeça.
Luto contra isto mas desta vez sinto-me a perder não a ganhar, sinto-me a afundar, como um barco, num buraco negro onde não encontro o caminho de volta. Percorro esse caminho na esperança de nesse buraco negro haja uma luz ao fundo do buraco para que me possa erguer e continuar o meu caminho.
Não é isto que as pessoas que gostam de mim querem mas elas não percebem o que está dentro de mim e a tempestade que está a passar na minha cabeça e no meu psicológico. Rezo para que esta fase passe para voltar a ser a rapariga alegre que sou. Vai ser um longo caminho, com muitos obstáculos pelo caminho dificeis de passar mas o tempo o dirá quanto tempo necessito para me sentir bem, até lá...
Be strong, Believe!
Sei que isto é uma fase que mais cedo ou mais tarde vai passar mas neste momento não consigo lidar com isto e apenas quero um tempo para refletir o que é o melhor para mim.
Sinto-me tão só neste momento, sinto-me sem forças para lutar pelo aquilo que quero, sinto que estou no meu limite e o melhor é deixar isto tudo porque o meu psicológico não se encontra a cem por cento.
Não quero seguir o meu caminho na faculdade devido ao facto de neste momento não ter a paciência nem a força para enfrentar os problemas, para enfrentar as responsabilidades que isto possa ter, para andar sempre a bater na mesma tecla, quero desistir de tudo o que fiz até agora devido ao facto de estar fraca e sensivel.
Já pensei várias vezes em anular a matricula, já pensei em ir embora e só voltar para o ano, tirar um tempo para mim, para pensar, é apenas aquilo que necessito. Não quero pressões, não quero incentivos, quero apenas pensar no que será melhor para mim e no que será mesmo o meu futuro. Se mereço algo de bom? Só o tempo o dirá. Neste momento os fantasmas do meu passado não me abandonam e não me sinto capaz de tomar nenhuma decisão porque neste momento sei que não tomarei nenhuma decisão capaz de resolver alguma coisa, sei que tomarei decisões sem pés nem cabeça.
Luto contra isto mas desta vez sinto-me a perder não a ganhar, sinto-me a afundar, como um barco, num buraco negro onde não encontro o caminho de volta. Percorro esse caminho na esperança de nesse buraco negro haja uma luz ao fundo do buraco para que me possa erguer e continuar o meu caminho.
Não é isto que as pessoas que gostam de mim querem mas elas não percebem o que está dentro de mim e a tempestade que está a passar na minha cabeça e no meu psicológico. Rezo para que esta fase passe para voltar a ser a rapariga alegre que sou. Vai ser um longo caminho, com muitos obstáculos pelo caminho dificeis de passar mas o tempo o dirá quanto tempo necessito para me sentir bem, até lá...
Be strong, Believe!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Nunca devemos pensar que o facto de errarmos é algo negativo, devemos sempre pensar que foi um ensinamento que a vida nos deu e uma experiência que recordaremos como uma aprendizagem para não voltar a cometer o mesmo erro.
Nunca nos devemos arrepender daquilo que está para trás porque o que está para trás é aquilo por onde começámos para começar a construir o que temos hoje e o que teremos num amanhã futuro e assim compreendemos que tudo está interligado.
Temos que cometer erros porque só assim percebemos como a vida funciona e como devemos "jogar"para não perder. Claro que perdemos, de vez em quando, mas tornamos-se mais forte com cada derrota e para a próxima sairemos vencedores e de cabeça erguida!
Be strong and believe!
Nunca nos devemos arrepender daquilo que está para trás porque o que está para trás é aquilo por onde começámos para começar a construir o que temos hoje e o que teremos num amanhã futuro e assim compreendemos que tudo está interligado.
Temos que cometer erros porque só assim percebemos como a vida funciona e como devemos "jogar"para não perder. Claro que perdemos, de vez em quando, mas tornamos-se mais forte com cada derrota e para a próxima sairemos vencedores e de cabeça erguida!
Be strong and believe!
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